A vida nunca a entendi, morrerei sem entender, sigo vivendo... é bom? É. É boa? É. Meus pensamentos se esvaem ao som dos passarinhos como a me dizer: - Ei! Não se distraia com coisas inúteis que não há explicação, simplesmente aceite e curta a parte que lhe cabe, não adianta querer mudar o mundo, pois simplesmente ele está, segue com seus fenômenos naturais. Quanto às pessoas, aos seres chamados humanos também não há muito o que fazer, afinal segundo estimativas do momento são mais de (7) sete bilhões de indivíduos, com características únicas, específicas, individuais; impossível não haver conflito mediante tanta diversidade. Entender isso é parte do processo que leva à felicidade, à chamada paz interior, o interessante é que esse fenômeno gera inspiração, agregam pessoas que estão na mesma onda. Vou chamar de natureza esse universo fantástico de seres, de coisas que se movem, que conversam entre si, que ao olhar do alto, em termos globais é gigante mas quando focado na criatura é único, solitário, insignificante, aí sou Eu, você, o pássaro, a pedra; para sobreviver é preciso interagir, caminhar, olhar para o lado, pro entorno, procurar a nuance das cores, das partes, procurar um amor, um lugar, encontrar um olhar como o seu, como o meu e aí sim, fazer a diferença, pois não será somente um, serão dois, três, uma comunidade. O mundo é um grande ser pulsante, do todo para as partes, das partes para o todo.
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